Exposição dos Jogos Olímpicos, até amanhã (dia 1/12)

Desde menina eu sempre gostei de esportes. Certamente foi isso que me motivou a incluir um Torneio Estudantil, com modalidades olímpicas (vôlei e tiro com arco), no enredo do meu novo livro.

Considerando que esse torneio tem toda relação com as Olimpíadas de 2016, não podia deixar de conferir a exposição “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, que está no Museu Histórico Nacional (RJ).

A exposição traz o acervo do Museu Olímpico Internacional de Lausanne, na Suíça, e foi organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro. E posso dizer: está fantástica! Mas para aproveitar, vocês terão que correr, pois a exposição só estará disponível até amanhã.

Estive lá ontem. A exposição está dividida em setores. Logo no início temos o quadro “Mundo Olímpico”, com todas as cidades que já sediaram os jogos.

Em seguida, podemos assistir a um vídeo que mostra como os jogos surgiram na antiguidade.

Sabemos também um pouco mais do Barão de Coubertin, responsável por reestabelecer os jogos olímpicos na Era Moderna, buscando promover o esporte nas escolas. Tudo a ver com o tema do meu novo livro! 🙂

Em seguida vemos todas as tochas olímpicas e informações sobre os caminhos pelos quais elas percorreram.

No final do primeiro pavilhão, temos um setor que mostra um pouco de cada esporte, com exposição de uniformes ou objetos que fizeram parte da história olímpica.

O segundo pavilhão começa com a exposição das medalhas de todas as edições.

Medalhas

Logo após as medalhas tive o meu momento “gritinho de tiete”, ao conferir os mascotes de cada edição. E, claro, o mais fofo, o mais especial de todos, o Misha, o mascote das Olimpíadas de Moscou, em 1980.

E veja a coincidência. O mascote que eu mais gosto é da mesma década do protagonista do livro “A Turma do CP-500”. Começo a perceber que aquela foi uma década mágica. Uma década em que nos encantávamos com o que acontecia a nossa volta, muito mais do que vejo hoje em dia.

O Misha, um urso muito simpático, foi o mascote mais popular dos Jogos Olímpicos. Misha é o apelido de Mikhail e foi tão querido que emocionou o público na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Moscou. Cem mil pessoas se despediram do personagem, que foi levado aos céus por alguns balões. Um mosaico com a sua imagem foi montado nas arquibancadas, onde era possível ver o urso chorando ao término do evento. Tem uma versão linda dele na exposição.

Mascote Misha

 

A exposição segue mostrando os souvenirs vendidos pelos países em cada edição. Já fiquei imaginando o que teremos aqui no Rio, em 2016. Há também informações de como o Brasil se comportou em cada edição. Em 2012, em Londres, o Brasil conquistou seu maior número de medalhas: 17.

Fechando a exposição, há informações sobre os próximos Jogos Olímpicos que acontecerão no Rio, em 2016, incluindo a marca oficial.

Marca Oficial

 

 

Então, antes ou depois de uma boa leitura, corre e vai conferir a Exposição (#expojogosolímpicos2016)! 🙂

 

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1000 dias para as Olimpíadas de 2016!

Essa notícia não poderia vir em melhor hora. Afinal, os amigos da Turma do CP-500 estão disputando um Torneio Estudantil com foco nas Olimpíadas de 2016. (Leiam o texto da orelha para saber mais.)

Hoje, de fato, faltam 1000 dias para as Olimpíadas, cuja cerimônia de abertura está marcada para o dia 5 de agosto de 2016, no Maracanã. Na última quinta-feira foram apresentados os pictogramas do evento, ou seja, as imagens que representarão todos os esportes das Olimpíadas do Rio, em 2016.

Para quem quiser conhecer cada imagem, não só dos esportes olímpicos, como dos esportes paraolímpicos, basta acessar o link:  http://oglobo.globo.com/esportes/conheca-os-pictogramas-oficiais-dos-jogos-do-rio-2016-10711816.

Destaco aqui dois pictogramas que têm tudo a ver com as duas modalidades do Torneio Estudantil do Colégio Ilíada. Eis os pictogramas do vôlei e do tiro com arco:

PictogramasMas falar de Olimpíadas é falar de amor ao esporte. E esse amor ao esporte, anualmente, reúne milhares de jovens em todo o país, pelos Jogos Escolares da Juventude, um evento estudantil esportivo, de abrangência nacional, que reúne alunos-atletas de instituições de ensino públicas e privadas. Os jogos são organizados e realizados pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), correalizados pelo Ministério do Esporte e Organizações Globo.

Atualmente, esse evento é visto como referência internacional. De acordo com o site oficial do evento (http://jogosescolares.cob.org.br), consideradas as fases seletivas, os números chegam a mais de dois milhões de atletas e cerca de 3900 cidades participantes. Aliás, até o próximo dia 16 de novembro, está acontecendo em Belém a etapa “15 a 17 anos”.

O Torneio Estudantil de nosso livro só existe na ficção. No enredo, é um projeto piloto do Governo, envolvendo dez colégios, que tem como objetivo descobrir atletas dentro do universo escolar. Para viabilizar gastos e incentivar os alunos, empresas privadas entram como patrocinadoras. De maneira similar ao que acontece nos EUA, o projeto se propõe a associar estudo com esporte, garantindo bolsas para os melhores atletas, não só para treinar em clubes oficiais, como para fazer faculdades públicas, sem abandonar a nota como diferencial na escolha desses atletas.

Ficção ou não, sabemos que essa dupla – escola e esporte – sempre foi vitoriosa. Afinal, a prática do esporte, dentro do âmbito escolar, há muito tempo é usado como uma fonte de disciplina e concentração.

Curtam um trecho do livro que explica o motivo da escolha das modalidades desse projeto piloto:

“Vôlei não era o esporte que precisava de mais incentivo, era certo, visto as conquistas que alcançara nas últimas décadas, mas, diferentemente do futebol, quase unânime da ala masculina, era o esporte mais procurado por ambos os sexos. Além disso, os times envelheciam e precisavam ser renovados. E como era preciso investir em apenas dois esportes nesse projeto piloto, o vôlei foi um dos eleitos. O outro esporte deveria ser algum em ascendência. Então, foi escolhido o tiro com arco, popularmente conhecido como arco e flecha.”